No Governo do bloco central, com Mário Soares como primeiro-ministro e Ernâni Lopes como ministro das Finanças, o «roubo» foi decidido e também então apresentado como necessário e indispensável para enfrentar a crise e salvar as finanças do país.
Moral da história: andaram mais de um quarto de século a falarem-nos de «pelotões da frente», de radiosas modernidades e de gloriosos futuros e agora é o que se vê.
Resistir, é preciso !.



