sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

PIDDAC regionalizado para 2010-MAIS UMA VEZ UMA MÃO CHEIA DE NADA



Mais uma vez o governo do partido de José Sócrates esqueceu-se da Póvoa de Lanhoso!


Parece repetitivo, mas infelizmente o abandono a que a Póvoa de Lanhoso está dotada obriga-nos, pela terceira vez consecutiva, vir para aqui deixar algumas questões aos povoenses

Será que a Póvoa de Lanhoso, com tanto investimento para fazer, não merece ter verbas atribuídas no âmbito do PIDDAC?

De que serve ter um deputado oriundo da Póvoa de Lanhoso e eleito pelo círculo de Braga na AR se não consegue, neste âmbito, verbas para a Póvoa?

Porque será que as atribuições de verbas inscritas em PIDDAC são majoradas de ano para ano aos concelhos de autarquias PS?

Deixamos aqui, retirado do MAPA XV-A do PIDDAC, algumas verbas que foram atribuídas no Distrito:

BARCELOS- 2.799.823 euros, BRAGA- 31.456.175 euros, CABECEIRAS DE BASTO- 1.544.101 euros, CELORICO DE BASTO- 83.901 euros, ESPOSENDE- 396.957 euros, FAFE -628.882 euros, GUIMARÃES- 5.655.261 euros TERRAS DE BOURO-175.000, VIEIRA DO MINHO 105.436, VILA NOVA DE FAMALICÃO -348.046, VIZELA 1.106.483 euros

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

CONGELAMENTO DE SALÁRIOS NA F.P.

O mito de que os funcionários públicos são uns privilegiados, é inabalável!





De que adianta dizer e mostrar que o salário médio da Função Pública nem deve passar muito dos 700 euros? De que serve denunciar o facto de muitos e muitos milhares de trabalhadores da Função Pública não levarem para casa mais do que o Ordenado Mínimo Nacional? (pergunte-se aos trabalhadores da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e a outros tantos por esse país fora),e de que adianta gritar que tantos e tantos aposentados, depois de uma vida inteira a trabalhar para o Estado, estão a perder o valor das suas aposentações?
Numa recente sondagem feita pela televisão ao serviço do Grande Capital era perguntado se estaríamos todos de acordo ou não com o congelamento dos salários na função pública
Espanto geral! Verificou-se que mais de 50% dos inquiridos estava de acordo com o congelamento dos salários na F.P.

Caso para dizer, que num país de cérebros “lavados” por anos de propaganda carregada de desinformação formou-se um verdadeiro exército de trabalhadores e ex-trabalhadores, que apesar dessa sua condição, nem por isso deixam de alinhar com as posições mais reaccionárias que lhes vão sendo impostas.

Para reflexão:

"As ideias dominantes numa época nunca passaram das ideias da classe dominante"

segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

Contra as injustiças, exigir uma vida melhor!

Está em marcha a nova campanha do PCP!

Com esta campanha, o PCP pretende esclarecer e mobilizar os trabalhadores e a população para a necessidade de lutar por uma nova política, que garanta o pleno emprego, a valorização dos direitos dos trabalhadores e o aumento dos salários e pensões.

Precisamente o oposto daquilo que está a ser preparado entre o PS e os partidos da direita para o Orçamento de Estado. O que está em preparação é um orçamento que prossegue e agrava os sacrifícios aos trabalhadores e ao povo  e permite o aumento dos lucros e dos benefícios para o grande capital. "Em 2009, os cinco maiores bancos a actuar em Portugal obtiveram lucros de 5,5 milhões de euros por dia".

Reafirmamos as convicções de que "nem o País está condenado ao atraso nem o povo está condenado a uma vida pior», e de que "será a luta a determinar a ruptura com a política de direita e a impor uma nova política".
Nesta luta, o povo e os trabalhadores em geral, "podem contar com o PCP".

O PCP alerta para a difícil situação que se vive no distrito e nomeadamente no concelho, marcada pelos encerramentos de empresas, o aumento da exploração e as dramáticas condições de vida do povo e de muitos trabalhadores.
O caminho é "resistir e lutar corajosamente

sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

CADA VEZ MAIS À DIREITA!


"PS e CDS chumbaram ontem o projecto de lei do PCP que pretendia impedir a possibilidade de aumentar os horários de trabalho até às 12 horas diárias e 60 horas semanais, diploma que teve a abstenção do PSD".
Votos favoráveis: PCP, Bloco de Esquerda e Verdes"
 
De um lado, aqueles que defendem que o melhor para o país são horários de trabalho mais humanos, com mais e melhor emprego, com salários dignos. Trabalhadores com mais tempo livre para a sua vida privada, familiar, cultural. Trabalhadores mais motivados, mais felizes... logo, mais produtivos.
Do outro lado, aqueles que acham que o melhor para eles próprios são horários de trabalho do princípio do século passado, com empregos precários, baixos salários e exércitos de desempregados prontos a aceitar o que quer que seja. Trabalhadores vergados pela exploração, desmotivados... logo, menos produtivos.
E em cima do muro o Partido dito Socialista, historicamente afeito às repetidas, recorrentes e já nada surpreendentes alianças, acordos e arranjinhos com estes segundos.
Mais uma vez, enquanto o CDS se vai declarando cheio de “espírito de compromisso” e o PPD-PSD vai velhacamente retirando os obstáculos para que o PS consiga fazer o seu “acordo” (mais uma vez à direita, para o cozinhado do Orçamento de Estado), ontem foi dia de o Partido dito Socialista, perante uma proposta de alteração à maior nódoa da sua governação, o Código de Trabalho, decidir alinhar com a restante direita parlamentar, chumbando a proposta comunista. Teve mesmo que suportar a humilhação de ver o PPD abster-se, apenas...
Compreende-se  as pessoas que por convicção, amor à camisola... o que for... vêm sempre em defesa do PS, por vezes com “argumentos” já apenas desesperados e violentos, sempre que se diz, como aqui, que o seu partido governa preferencialmente à direita. Ontem, decididamente, não foi um bom dia para esses defensores das cores do Largo do Rato. Infelizmente, à semelhança da maior parte dos dias dos últimos trinta anos!

terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Micro ,Pequenas e Medias empresas



Passou a campanha eleitoral e, como era de esperar, o PS, o PSD e o CDS esqueceram-se rapidamente de algumas das bandeiras que foram utilizando como chamariz da caça ao voto; referimo-nos, por exemplo, às micro, pequenas e médias empresas, omnipresentes nos discursos inflamados do governo e da direita: o PS já chama imposto ao PEC, o PSD já adiou a discussão sobre a suspensão do dito e o CDS está disposto a discutir a redução.


Mas o PCP não se esqueceu deste importantíssimo sector da economia nacional, indispensável à recuperação do emprego e ao desenvolvimento económico, e, para além de continuar a lutar pela extinção do PEC, vai apresentar uma proposta de diminuição da taxa nominal de IRC de 22,5% para as micro, pequenas e médias empresas e simultaneamente um agravamento na mesma proporção a aplicar apenas à parte dos lucros das grandes empresas e dos grandes grupos, que exceda os cinquenta milhões de euros.

Se o PS, o PSD e o CDS votarem contra, ficam uma vez mais desmascarados.