Correio da Manha - Que va para longe
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UMA JANELA COM VISTA PARA A VILA DA PÓVOA E PARA A VIDA COLECTIVA DOS POVOENSES!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Rangel e a ruptura?
Há muito que o PCP vem exigindo uma ruptura democrática com a política seguida nos útltimos 35 anos em Portugal.
Rangel assumiu outro dia a sua candidatura à liderança do PSD. Num discurso com direito a directo nos telejornais, destacou a afirmação da necessidade de uma ruptura.
Aliás a palavra ruptura foi repetida até à exaustão no seu discurso.
Não se percebeu no entanto em que é que Rangel pode levar à ruptura e ser o PSD o agente dessa ruptura.
De que ruptura falou Rangel? Uma ruptura com as políticas enunciadas por exemplo no Orçamento de Estado e que o PSD viabiliza? Uma ruptura com o passado de 35 anos e de que o PSD foi protagonista? Será que Rangel vem protagonizar o "Paz, Pão, Povo e Liberdade" que o hino do PSD tão revolucionariamente indica?
Há rupturas e rupturas.
Não nos iludemos.
O país precisa de uma verdaeira ruptura democrática ! Uma ruptura ideologicamente progressista, de esquerda e socialmente alternativa.
Uma ruptura feita em nome dos que trabalham e produzem Uma ruptura em defesa da produção nacional e do emprego com direitos. Uma ruptura que exige saúde, educação e justiça para todos! Uma ruptura por serviços públicos de qualidade e que dignifica as carreiras públicas! Uma ruptura que defende os interesses dos reformados e da juventude! Uma ruptura por mais direitos sociais e contra o aumento da desigualdade social.
- uma ruptura que não poderá ser interpretada pelo PSD, liberal ou reformista, e pelos interesses daqueles que realmente representa.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
PIDDAC regionalizado para 2010-MAIS UMA VEZ UMA MÃO CHEIA DE NADA
Mais uma vez o governo do partido de José Sócrates esqueceu-se da Póvoa de Lanhoso!
Parece repetitivo, mas infelizmente o abandono a que a Póvoa de Lanhoso está dotada obriga-nos, pela terceira vez consecutiva, vir para aqui deixar algumas questões aos povoenses
Será que a Póvoa de Lanhoso, com tanto investimento para fazer, não merece ter verbas atribuídas no âmbito do PIDDAC?
De que serve ter um deputado oriundo da Póvoa de Lanhoso e eleito pelo círculo de Braga na AR se não consegue, neste âmbito, verbas para a Póvoa?
Porque será que as atribuições de verbas inscritas em PIDDAC são majoradas de ano para ano aos concelhos de autarquias PS?
Deixamos aqui, retirado do MAPA XV-A do PIDDAC, algumas verbas que foram atribuídas no Distrito:
BARCELOS- 2.799.823 euros, BRAGA- 31.456.175 euros, CABECEIRAS DE BASTO- 1.544.101 euros, CELORICO DE BASTO- 83.901 euros, ESPOSENDE- 396.957 euros, FAFE -628.882 euros, GUIMARÃES- 5.655.261 euros TERRAS DE BOURO-175.000, VIEIRA DO MINHO 105.436, VILA NOVA DE FAMALICÃO -348.046, VIZELA 1.106.483 euros
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
CONGELAMENTO DE SALÁRIOS NA F.P.
O mito de que os funcionários públicos são uns privilegiados, é inabalável!
De que adianta dizer e mostrar que o salário médio da Função Pública nem deve passar muito dos 700 euros? De que serve denunciar o facto de muitos e muitos milhares de trabalhadores da Função Pública não levarem para casa mais do que o Ordenado Mínimo Nacional? (pergunte-se aos trabalhadores da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e a outros tantos por esse país fora),e de que adianta gritar que tantos e tantos aposentados, depois de uma vida inteira a trabalhar para o Estado, estão a perder o valor das suas aposentações?
Numa recente sondagem feita pela televisão ao serviço do Grande Capital era perguntado se estaríamos todos de acordo ou não com o congelamento dos salários na função pública
Espanto geral! Verificou-se que mais de 50% dos inquiridos estava de acordo com o congelamento dos salários na F.P.
Caso para dizer, que num país de cérebros “lavados” por anos de propaganda carregada de desinformação formou-se um verdadeiro exército de trabalhadores e ex-trabalhadores, que apesar dessa sua condição, nem por isso deixam de alinhar com as posições mais reaccionárias que lhes vão sendo impostas.
Para reflexão:
"As ideias dominantes numa época nunca passaram das ideias da classe dominante"
De que adianta dizer e mostrar que o salário médio da Função Pública nem deve passar muito dos 700 euros? De que serve denunciar o facto de muitos e muitos milhares de trabalhadores da Função Pública não levarem para casa mais do que o Ordenado Mínimo Nacional? (pergunte-se aos trabalhadores da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e a outros tantos por esse país fora),e de que adianta gritar que tantos e tantos aposentados, depois de uma vida inteira a trabalhar para o Estado, estão a perder o valor das suas aposentações?
Numa recente sondagem feita pela televisão ao serviço do Grande Capital era perguntado se estaríamos todos de acordo ou não com o congelamento dos salários na função pública
Espanto geral! Verificou-se que mais de 50% dos inquiridos estava de acordo com o congelamento dos salários na F.P.
Caso para dizer, que num país de cérebros “lavados” por anos de propaganda carregada de desinformação formou-se um verdadeiro exército de trabalhadores e ex-trabalhadores, que apesar dessa sua condição, nem por isso deixam de alinhar com as posições mais reaccionárias que lhes vão sendo impostas.
Para reflexão:
"As ideias dominantes numa época nunca passaram das ideias da classe dominante"
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