segunda-feira, 8 de junho de 2009

Resultados eleitorais


A Comissão de Concelhia do PCP e a Comissão coordenadora da CDU da Póvoa de Lanhoso saúdam todos os militantes, activistas, simpatizantes que com dedicação se empenharam nestas eleições autárquicas e todo o seu processo,saudamos também os nossos eleitores e especialmente aqueles que confiaram pela primeira vez o seu voto na CDU.


Apreciação dos resultados da CDU na Póvoa de Lanhoso.


1-Após análise dos resultados eleitorais, congratulamo-nos que a CDU tenha crescido no concelho da Póvoa de Lanhoso em relação às eleições europeias de 13 de Junho de 2004 ou até mesmo às últimas Legislativas.

2-Dos 23948 eleitores do concelho, só 8625 exerceram o seu dever cívico, neste quadro de elevadíssima abstenção que rondou os 64%, a CDU obteve votações em todas as Freguesias, facto que contraria o que se verificava até então, daí o seu real crescimento.

3-Os resultados obtidos pela CDU, e sobretudo a corrente de apoio às nossas propostas e intervenção, são um sólido elemento de confiança para as batalhas políticas e eleitorais que num futuro próximo podem decidir de uma mudança na vida política concelhia.


Apreciação a nível nacional


1- O resultado obtido pela CDU - traduzido na confirmação da eleição dos dois deputados (no quadro da redução de 24 para 22 mandatos nacionais), no aumento da sua expressão eleitoral e número de votos, - dando expressão à corrente de apoio que a campanha testemunhou, confirmam a CDU como uma força a crescer, indispensável ao país e à solução dos problemas nacionais.Confirmando o sentido de avanço e crescimento eleitoral da CDU dos últimos actos eleitorais, o resultado agora obtido projecta na vida política nacional e para as próximas eleições não apenas a possibilidade de derrotar a política de direita como de impor, com o reforço da CDU, uma viragem na política nacional. Um resultado com um significado e expressão tão mais valorizável quanto construído a partir de uma campanha que, baseada na empenhada intervenção de milhares de activistas dirigida à mobilização e esclarecimento dos eleitores, teve de vencer uma ostensiva linha de desvalorização da CDU. A persistente deturpação da sua mensagem e propostas, a pressão induzida por sucessivas sondagens confirmaram ao longo da campanha a clara percepção que, quer o Governo quer os interesses económicos associados à política de direita, têm de que é na CDU que reside o voto que mais temem e mais pode pôr em causa, não apenas em palavras, mas pela acção e projecto alternativo, a política de direita e os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros.



Os Portugueses e em particular os Povoenses abriram uma janela de esperança numa vida melhor.

sábado, 6 de junho de 2009

PCP no Parlamento Europeu: Uma intervenção permanente ao serviço dos trabalhadores e de Portugal




A acção do PCP no Parlamento Europeu está profundamente ligada aos problemas e anseios dos trabalhadores e das populações, à persistente defesa dos interesses do País, da democracia, da soberania e independência nacionais, à defesa da paz e constante solidariedade para com todos os povos do mundo.
Uma intervenção pautada por uma profunda ligação e conhecimento da realidade do País!
Os deputados do PCP no Parlamento Europeu:
• Declaram NÃO à "constituição europeia" e ao "tratado de Lisboa", denunciaram as suas gravosas consequências para os trabalhadores e para o País e exigiram a realização de uma consulta por referendo ao povo português;
• Realizaram centenas de encontros, visitas e debates, com trabalhadores, utentes dos serviços públicos, reformados, agricultores, pescadores, micro, pequenos e médios empresários, populações, mulheres, jovens, pessoas portadoras de deficiência, emigrantes e imigrantes;
• Participaram nas grandiosas manifestações e em inúmeras acções de luta pelos direitos e conquistas laborais e sociais dos trabalhadores;
• Promoveram e participaram em acções pelo fim da guerra, em defesa da paz e de solidariedade para com outros povos;
• Apresentaram milhares de propostas com vista à resolução dos problemas concretos dos trabalhadores, das populações e do País;
• Foram responsáveis pela elaboração de 28 relatórios e pareceres no PE;
• Subscreveram cerca de 70 resoluções no PE, algumas das quais agendadas por sua iniciativa;
• Apresentaram mais de 700 perguntas (requerimentos) à Comissão Europeia e ao Conselho da União Europeia;
• Elaboraram mais de 1300 intervenções e declarações de voto em sessão plenária do PE;
• Por sua iniciativa e proposta do Grupo parlamentar Esquerda Unitária Europeia / Esquerda Verde Nórdica foram realizados diversos debates em sessão plenária do PE e em Portugal;
• Assinalaram, em 2006, os 20 anos de adesão de Portugal à CEE/UE, realizando deslocações a todos os distritos do País, incluindo as Regiões Autónomas, culminando com a realização de um Encontro Nacional do PCP, contribuindo para a análise das gravosas consequências para os trabalhadores e para o País de mais de duas décadas de integração capitalista europeia, para a necessidade da ruptura com as suas políticas e afirmação de um projecto soberano e progressista para Portugal e outra Europa de cooperação e paz.A acção do PCP no Parlamento Europeu está profundamente ligada aos problemas e anseios dos trabalhadores e das populações, à persistente defesa dos interesses do País, da democracia, da soberania e independência nacionais, à defesa da paz e constante solidariedade para com todos os povos do mundo.
Uma intervenção pautada por uma profunda ligação e conhecimento da realidade do País!
Os deputados do PCP no Parlamento Europeu:
• Declaram NÃO à "constituição europeia" e ao "tratado de Lisboa", denunciaram as suas gravosas consequências para os trabalhadores e para o País e exigiram a realização de uma consulta por referendo ao povo português;
• Realizaram centenas de encontros, visitas e debates, com trabalhadores, utentes dos serviços públicos, reformados, agricultores, pescadores, micro, pequenos e médios empresários, populações, mulheres, jovens, pessoas portadoras de deficiência, emigrantes e imigrantes;
• Participaram nas grandiosas manifestações e em inúmeras acções de luta pelos direitos e conquistas laborais e sociais dos trabalhadores;
• Promoveram e participaram em acções pelo fim da guerra, em defesa da paz e de solidariedade para com outros povos;
• Apresentaram milhares de propostas com vista à resolução dos problemas concretos dos trabalhadores, das populações e do País;
• Foram responsáveis pela elaboração de 28 relatórios e pareceres no PE;
• Subscreveram cerca de 70 resoluções no PE, algumas das quais agendadas por sua iniciativa;
• Apresentaram mais de 700 perguntas (requerimentos) à Comissão Europeia e ao Conselho da União Europeia;
• Elaboraram mais de 1300 intervenções e declarações de voto em sessão plenária do PE;
• Por sua iniciativa e proposta do Grupo parlamentar Esquerda Unitária Europeia / Esquerda Verde Nórdica foram realizados diversos debates em sessão plenária do PE e em Portugal;
• Assinalaram, em 2006, os 20 anos de adesão de Portugal à CEE/UE, realizando deslocações a todos os distritos do País, incluindo as Regiões Autónomas, culminando com a realização de um Encontro Nacional do PCP, contribuindo para a análise das gravosas consequências para os trabalhadores e para o País de mais de duas décadas de integração capitalista europeia, para a necessidade da ruptura com as suas políticas e afirmação de um projecto soberano e progressista para Portugal e outra Europa de cooperação e paz.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

6 RAZÕES PARA NO DOMINGO 7 JUNHO VOTAR CDU

Após estes Oito (8) eixos apresentados,conclui-se que existem pelo menos 6 grandes razões para votar CDU no próximo dia 7 de Junho.

E são essas as seguintes :



1- O VOTO QUE DEFENDE OS INTERESSES NACIONAIS

O voto dos que não abdicam da defesa dos interesses nacionais nem se submetem a ser governados a partir de Bruxelas. O voto que afirma a soberania e a independência nacionais como parte integrante de um projecto de desenvolvimento para Portugal.

2-O VOTO DE PROTESTO E DE CONDENAÇÃO DA POLÍTICA DO GOVERNO PS
O voto que dá continuidade à luta contra a acção do Governo, e prolonga nas eleições a exigência de uma nova política e que se projecta para as lutas futuras contra as injustiças e as desigualdades e pela ruptura com a política de direita.

3-O VOTO POR UMA EUROPA DE COPERAÇÃO ENTRE ESTADOS IGUAIS E SOBERANOS
O voto dos que não se recusam a aceitar como único caminho para a Europa, o caminho de uma integração capitalista atrelada aos projectos militaristas.O voto que afirma Portugal como um país aberto à Europa e ao Mundo assente em relações diversificadas de cooperação entre os povos e pela paz.

4-O VOTO NA RECUSA DE BENEFÍCIOS PESSOAIS
O voto em gente séria, que honra os compromissos e respeita a palavra dada. O voto que se opôs aos aumentos milionários dos salários no parlamento Europeu e que dá garantias de não os usar em beneficio pessoal.

5-O VOTO QUE AFIRMA A RUPTURA COM A POLÍTICA DE DIREITA
O voto dos que confiam, que com a luta e o seu voto, é possível abrir um novo rumo e construir uma nova política. O voto certo dos que sem hesitação exigem uma ruptura com a política de direita e a construção de uma política alternativa de esquerda.

6-O VOTO EM QUEM FEZ UM TRABALHO SEM PARALELO NO PARLAMENTO EUROPEU
O voto que reconhece nos deputados do PCP um trabalho sério e empenhado, ligado à vida e aspirações dos trabalhadores e do povo, sempre presente na defesa dos interesses nacionais no país e nas instituições europeias.


terça-feira, 2 de junho de 2009

Oito eixos de luta por uma outra Europa 8

8-Pela paz, a amizade e a solidariedade com todos os povos do mundo

Pelo respeito da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, da soberania dos povos e da independência e integridade territorial dos Estados, do direito dos povos à autodeterminação, dos princípios da não ingerência e da solução pacífica dos conflitos internacionais;
Pela não submissão de Portugal ao imperialismo, à estratégia militarista e de guerra da UE/NATO/EUA; pelo não envolvimento das forças armadas e de segurança portuguesas em operações de agressão e de subjugação de outros povos e a progressiva desvinculação de Portugal da estrutura militar da NATO;
Pela rejeição da militarização da União Europeia, no quadro ou não da NATO, da Política Europeia de Segurança e Defesa / Política Externa de Segurança Comum (PESD / PESC), da dita Estratégia de Segurança Europeia e da Agência Europeia de Armamento, de Investigação e Capacidade Militar; pela rejeição da transformação da União Europeia num bloco político-militar, do alargamento da NATO e da sobreposição da NATO à ONU nas questões de segurança, pela dissolução dos blocos político-militares;
Pela efectiva implementação de um sistema de segurança e cooperação na Europa, com base nos princípios da Acta de Helsínquia;
Pela proibição da utilização e produção de armas nucleares e outras armas de destruição massiva, promovendo o seu total e completo desmantelamento; pelo relançamento das negociações para o desarmamento, a aplicação estrita do tratado de nãoproliferação nuclear - incluindo pelas actuais potências nucleares -, e a redução gradual e negociada dos armamentos convencionais e das despesas militares; pela não militarização do espaço, pela criação de zonas livres de armas nucleares, pelo fim das bases militares estrangeiras;
Pelo fim da ocupação do Iraque e do Afeganistão e pela restituição da soberania aos seus povos; Pelo respeito do inalienável direito do povo palestiniano a um Estado soberano, viável e independente, nos territórios ocupados em 1967, com Jerusalém Leste como capital, segundo as resoluções das Nações Unidas; pelo fim da ocupação militar turca de Chipre e o apoio à reunificação do seu povo, por uma solução definida pelos cipriotas e para os cipriotas, de acordo com as resoluções das Nações Unidas; pelo fim da ocupação do Sahara Ocidental e o respeito do inalienável direito do povo saharaui à autodeterminação;
Por uma nova ordem política e económica internacional, justa e democrática, rejeitando a globalização capitalista, contra os direitos dos trabalhadores e dos povos e os equilíbrios ambientais planetários; pela reforma e democratização da Organização das Nações Unidas como espaço central para a cooperação internacional e a valorização do papel da Assembleia-geral e das suas resoluções;
Pelo fim dos acordos de livre comércio promovidos pela União Europeia; pela rejeição das ruinosas políticas e imposições das instituições financeiras e comerciais internacionais (Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BM), Organização Mundial do Comércio (OMC)); Pela anulação da dívida externa dos países em vias de desenvolvimento; pelo desenvolvimento de relações económicas internacionais mais equitativas e mais justas, garantindo o acesso a bens alimentares, à água e à energia e a preservação desses recursos; combatendo a fome, a doença e a pobreza;
Pela cooperação das políticas nacionais no combate ao crime organizado, ao narcotráfico e lavagem de dinheiro, às redes internacionais de crime económico e financeiro, de prostituição e tráfico de seres humanos.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Oito eixos de luta por uma outra Europa 7

7-Pela promoção da cultura e língua portuguesas


Pelo respeito e salvaguarda intransigente da identidade cultural de cada país e de todas as línguas nacionais como línguas oficiais e de trabalho e a recusa de quaisquer discriminações neste domínio.Pela defesa da diversidade, contra a colonização cultural, o afunilamento das relações culturais num mercado hegemonizado;
Pelo respeito da diversidade e identidade cultural e a garantia de acesso de todos à cultura, através da sua promoção numa perspectiva de abertura, cooperação e igualdade com todos os povos;
Por políticas públicas de apoio à criação, produção e fruição culturais;
Pela defesa e divulgação do património cultural nacional, regional e local, erudito e popular, tradicional ou actual, como forma de salvaguarda e promoção da identidade e da independência nacionais;
Pela defesa, valorização e promoção da cultura e da língua portuguesas.