quarta-feira, 20 de maio de 2009

MUITAS RAZÕES PARA MARCHAR



Faltam 3 dias para a Marcha «Protesto, Confiança e Luta – Nova política para uma vida melhor!», que a CDU promove no dia 23 de Maio, em Lisboa. As razões que presidiram à sua convocação, não só se mantêm, como estão cada dia mais válidas.Por todo o País cresce a adesão a esta iniciativa, extravasando já aquelas que são as tradicionais fronteiras da CDU. Milhares de pessoas estão já inscritas e muitas mais continuam a fazê-lo junto das organizações locais do PCP. Segundo é desde já possível apurar, tudo se encaminha para que a Marcha seja, efectivamente, uma clara e inequívoca expressão do descontentamento e indignação que percorre o País. No seguimento das grandes acções de massas realizadas nos últimos anos, de que o recente 1.º de Maio e a grande manifestação nacional de 13 de Março são magníficos exemplos, e nas quais aqueles que participarão na Marcha constituíram o núcleo activo... Desde a sua convocação, em Março, que a ideia é fazer da Marcha «Protesto, Confiança e Luta» um momento de convergência de muitos daqueles que se sentem «atingidos, indignados e ofendidos com a actual situação do País», como referiu, na ocasião, o Secretário-geral do PCP. Ou seja, sendo promovida pela CDU, trata-se de uma iniciativa aberta à participação de todos quantos se identifiquem com os seus objectivos.Pelas ruas de Lisboa irão desfilar os principais problemas que afectam hoje os portugueses – o desemprego, a precariedade, os baixos salários e as pensões de miséria, a repressão nas empresas, a crescente elitização do ensino, as dificuldades no acesso à saúde... – expressos em faixas, cartazes, pancartas, carros alegóricos e nas vozes dos participantes.Mas sendo uma manifestação de protesto, a Marcha é também uma demonstração de confiança na possibilidade de inscrever no horizonte mais próximo do povo português a necessária ruptura com a política de direita e a construção de uma nova política e de um novo governo para Portugal. A Marcha trará, também, às ruas da capital propostas concretas para resolver os graves problemas que afectam os trabalhadores e amplas camadas da população, que constituem a base da nova política de que o País precisa: a melhoria dos salários e pensões e a garantia dos direitos; a defesa do aparelho produtivo e da produção; a valorização dos serviços públicos; a nacionalização da banca e de outros sectores estratégicos da economia nacional. A CERTEZA DE UMA VIDA MELHOR

domingo, 17 de maio de 2009

INSOLVÊNCIAS ??????


Chegou ao conhecimento da CDU da Póvoa de Lanhoso mais uma situação igual a tantas que por esse país proliferam.
URBANOP

Desta vez toca ao nosso concelho.

A URBANOP, empresa que já tantos trabalhos fizeram para esta autarquia bem como para outras vizinhas entrou com um pedido de insolvência, o qual já foi decretado (pode ver no link a seguir)http://www.tribunaisnet.mj.pt/cire/edital.aspx?e=16079


Isto de extraordinário nada tem nos dias que hoje correm e com a crise que atravessamos, a não ser que se informem os leitores deste blogue, os povoenses em geral e particularmente os trabalhadores desta empresa que a mesma está ainda a laborar após ser decretada a insolvência (é só ver segunda feira de manhã carrinhas atrás de carrinhas sair com pessoal para Seia e outras paragens) com a agravante que estão a mandar de férias trabalhadores desta empresa e a proceder à deslocação de todo o seu equipamento (do melhor que existe) para Angola, (dia 13 saiu mais um barco de Leixões) onde diga-se de passagem que está bem implementada e solidificada.
Por cá ficam os trabalhadores (muitos deles povoenses) para já com um mês de ordenado em atraso e sabe-se lá com que mais prejuízos.
Resta-nos no meio de toda esta embrulhada denunciar estas opções e estas estratégias e alertar para que:
Há situações com as quais não se pode perder tempo ou desconhecer, porque podem significar perdas de direitos, tais como:
Nas insolvências de empresas há prazos para reclamar;
Nos despedimentos é preciso fazer o necessário para não perder o subsídio de desemprego;
Nas rescisões forçadas de contratos é preciso conhecer o parecer dos sindicatos,
E quando nos impedem de trabalhar ou não nos transportam, é preciso saber como agir.
Se é trabalhador desta empresa fique atento, não se deixe enganar, quem faz as coisas sem se informar, faz asneiras.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

SOBRE A LEI DO FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS


Muitos não sabendo do que falam, muitos outros mentindo e deturpando por saberem exactamente do que falam, ergueram uma operação a propósito das alterações à lei do financiamento dos partidos. Os objectivos são claros: identificar no PCP a responsabilidade destas alterações, favorecendo a ideia de que os partidos são «todos iguais», tão necessária quanto indispensável para garantir que os «iguais» de facto se perpetuem no poder. No mar de escândalos e de enriquecimento ilícito e da escandalosa drenagem de dinheiros públicos para salvar banqueiros e especuladores, nada melhor do que instrumentalizar as alterações agora aprovadas para desviar atenções.Nesta campanha de meias verdades, algumas engenhosas mistificações e abundantes mentiras, vale a pena deixar sublinhadas sete verdades, que clarificam e rectificam o que sobre a questão se tem lido e visto.

1.As leis dos partidos políticos e do respectivo financiamento têm, desde a primeira hora, merecido o mais firme combate e denúncia do PCP.Um combate firme porque são um instrumento inadmissível e antidemocrático de ingerência na vida dos partidos, violam o livre direito de associação política e visam atacar o PCP e a sua forma de organização e regras de funcionamento.
2.A operação em curso omite deliberadamente a oposição clara do PCP à lei do financiamento (bem presente na Marcha Liberdade e Democracia promovida pelo PCP, em 1 de Março de 2008), reafirmada agora na declaração de voto a propósito da alteração à Lei. O voto favorável do PCP às alterações recém-aprovadas reside no facto de elas atenuarem algumas das regras absurdas e inaplicáveis impostas pela Lei em vigor e de reduzirem a margem de arbitrariedade da Entidade responsável pela fiscalização das contas.
3.Os promotores da campanha fingem ignorar que o PCP se opôs de forma clara e sem hesitações aos valores das subvenções estatais aos partidos políticos, bem como ao aumento dos limites de despesas nas campanhas eleitorais – absolutamente despropositados e chocantes – fixados em 2005 pela mão do PS, PSD e CDS-PP que elaboraram a Lei do Financiamento dos Partidos.Com a Lei de 2005 mais não se fez do que aumentar os subsídios estatais aos partidos, em dois terços para a actividade corrente, para o dobro no caso das campanhas eleitorais e em cerca de nove vezes no caso das eleições autárquicas.Esse aumento significou, por exemplo para o PS e PSD, cerca de cinco milhões a mais com a entrada em vigor desta Lei em 2005.
4.Na corrente de meias verdades e mentiras ignora-se propositadamente que o PCP, no quadro das alterações agora aprovadas, votou na especialidade contra a única disposição que de facto se traduz no aumento de meios postos à disposição de campanhas eleitorais – no caso, a inscrição de uma dotação destinada à segunda volta das presidenciais.
5.A propositada confusão entre aumento de limites para angariação de fundos, por um lado, e o aumento das subvenções do Estado, por outro, é, em rigor, um mero truque destinado a sustentar os objectivos dos promotores da campanha em curso.De facto, o que as alterações introduzem é, mantendo os mesmos montantes da subvenção estatal que a Lei de 2005 estabelece, a possibilidade de ampliação dos valores para iniciativas de angariação de fundos, bem como a margem de valores que podem não ser titulados por cheque nas iniciativas e contribuições de militantes. Não são assim empurradas para uma pretensa ilegalidade as receitas de pequenas quotas (bastariam 356 militantes pagarem em numerário a sua quota de 5,00€) ou de iniciativas como a Festa do Avante!. A este propósito importa referir que o PCP, de acordo com as suas posições de sempre, defende uma maior possibilidade para os partidos fazerem iniciativas para o seu próprio financiamento e simultâneamente a redução das subvenções do Estado.
6.A tentativa de apresentar receitas em numerário como sinónimo de dinheiro de proveniência duvidosa é um acto de manipulação condenável.Primeiro, porque finge ignorar que a lei impõe regras de comprovação e justificação de todas as receitas sejam elas em numerário ou não. E fingem ignorar que qualquer contribuição em numerário tem de ser inferior a 25% do IAS, isto é cerca de 104€.Os que esgrimem contra o aumento das contribuições em numerário, certamente incomodados com os milhares de apoiantes e militantes do PCP que generosamente apoiam a sua actividade (incomodados porventura com as moedas de dois euros ou as notas de cinco ou 10 euros deixadas nas acções do PCP) fingem ignorar que estas são contribuições limpas e honestas, o que não se poderá garantidamente dizer daqueles cheques ou transferências bancárias de dezenas de milhares de euros que um qualquer não está impedido de atribuir, seja a partir de um off-shore ou de um banco.
7.Os que tentam meter tudo no mesmo saco para atingir os que são diferentes ignoram que foi o PCP que, desde a primeira hora, se opôs ao financiamento privado por parte de empresas e grupos económicos.Com a autoridade de quem defende regras claras e transparentes para o financiamento dos partidos políticos e com a autoridade de quem tem denunciado que um conjunto de disposições da legislação em vigor são absurdamente inaplicáveis e só se justificam por aqueles que pensam poder assim limitar a capacidade de intervenção do Partido, o PCP manterá o seu firme combate à Lei de 2005 e lutará pela sua revogação e substituição.

* * *A campanha agora em curso é mais um episódio de profunda hipocrisia e manipulação, envolvida em parte num limbo de ataque indiferenciado aos partidos políticos tão próprio a correntes de opinião fascizantes e ditada, em larga medida, pela opção de quererem em vigor normas que de facto se destinam a limitar a actividade do PCP.A operação construída em torno da aprovação da alteração a Lei do Financiamento dos Partidos é inseparável da proximidade dos actos eleitorais de 2009 e da tentativa de, errada e mistificativamente, difundirem e generalizarem a ideia de que os «partidos são todos iguais», tão cara quanto necessária aos que se esforçam por manter a política de direita e criar dificuldades ao reforço daquela força onde sabem residir a mais consequente e coerente oposição: o PCP.Os próximos tempos dirão se aqueles mesmos que não se coibiram de usar até ao limite, em campanhas próprias, os valores obscenos destinados à subvenção de campanhas eleitorais, não se apresentarão agora com discursos de falso moralismo.A operação lançada a propósito das alterações à Lei é ditada, em muito, pelo mesmíssimo objectivo que levou à aprovação da Lei: um ataque dirigido ao PCP para limitar ou mesmo impedir a sua actividade e o seu papel na sociedade portuguesa. Este objectivo, e em particular a tentativa de pôr em causa a Festa do Avante!, responsabiliza, desde já, todos aqueles que invocando critérios de rigor e transparência se assumem como inquisidores e participantes numa deriva antidemocrática, pelas consequências das suas concepções e práticas.

sábado, 9 de maio de 2009

CDU FAZ TODA A DIFERENÇA



CDU faz toda a diferença!


De hoje a exactamente a 28 dias , o País estará a votar. Temos pela frente dias de intensa luta e de uma campanha eleitoral que queremos esclarecedora, de massas, mobilizadora.Pelo que já se viu desta fase de pré-campanha, não há que esperar facilidades. Silenciamento, provocações, limitações à propaganda, sondagens a gosto, desproporção de meios, um nível de argumentação desrespeitador da inteligência dos portugueses, unem-se a uma situação social e económica muito difícil para a generalidade dos trabalhadores, dos jovens, dos reformados, das mulheres. Este contexto pode potenciar o desalento, a ideia de que «são todos iguais», de que «vão lá para se encher», de que «prometem agora e depois fazem o contrário» – e toda a série de desabafos que ouve quem distribui propaganda e conversa por esse País fora.Mas não há lugar para a falta de confiança: são reais as possibilidades de crescimento e alargamento da CDU, assentes no magnífico trabalho dos nossos eleitos no Parlamento Europeu, na nossa postura combativa, determinada e ligada aos problemas concretos, na consciência crescente, ganha em quatro anos de extraordinárias e diversificadas lutas de massas, de que é preciso e possível derrotar a política de direita – e que dia 7 de Junho se poderá dar um decisivo passo para essa derrota.Nestes dias que nos separam do acto eleitoral, há muito a fazer. E se é verdade que não teremos uma televisão 24 horas por dia a transmitir a nossa mensagem, também é certo que a CDU conta com a extraordinária base organizada de muitos milhares de candidatos e activistas. A consciência – e a prática! – de que cada um é imprescindível e decisiva para mais votos e mais mandatos para a CDU fará toda a diferença.

Está em concretização em todas as organizações a grande acção nacional da CDU que programámos para o período de 6 a 16 de Maio. Esta acção nacional vai projectar a CDU num grande número de freguesias e concelhos, somando todas as forças e vontades daqueles que estão comprometidos com a CDU. Beneficiando dos avanços em matéria de formação de listas autárquicas e do envolvimento de muitos milhares, esta acção nacional será suportada em sessões, plenários, convívios, encontros, apresentações de candidatos ou outro tipo de iniciativas, que vão permitir a agregação destes milhares de candidatos e apoiantes.

Uma campanha em crescendo

Vamos envolver, nestes dez dias, dezenas de milhares de pessoas a discutir, a programar, a projectar força e apoio à CDU, que procuraremos irradiar em crescendo para as três batalhas eleitorais. Para estas, não contamos apenas com os 30 candidatos da CDU na lista ao Parlamento Europeu: contamos com os milhares de eleitos, candidatos e activistas envolvidos nas eleições para a Assembleia da República e para as autarquias locais, conscientes de que quanto melhor for o resultado da CDU a 7 de Junho, mais possibilidades teremos para as batalhas que se seguem.No imediato, há que retirar destas centenas de iniciativas todas as suas possibilidades: discutir e dar argumentos para um impulso e empenho final na campanha para o Parlamento Europeu; divulgar e mobilizar para as acções de campanha; inscrever muitos milhares para a Marcha de 23 de Maio; completar processos eleitorais em falta, para a própria localidade ou para as chamadas zonas difíceis; recolher disponibilidades para as tarefas inerentes à fiscalização do acto eleitoral; dinamizar a campanha nacional de fundos. Precisamos de um trabalho de propaganda audaz, rigoroso, de massas. Precisamos de potenciar os meios que temos à nossa disposição: folhetos, cartazes, mupis, carros de som, acções de agitação. Precisamos de acções de campanha que se dirijam directamente aos que sofrem com a política de direita, aos que têm de levar a sua luta até ao voto, aos que precisam de acreditar que é possível um País mais justo e soberano, e que também é no voto que essa esperança começa.Acima de tudo, precisamos de uma campanha de muita conversa, esclarecimento, mobilização para o voto. Com os amigos, os colegas, os vizinhos, os familiares, há que multiplicar os argumentos e a confiança de que, com a CDU no Parlamento Europeu, na Assembleia da República e nas autarquias locais, é possível uma vida melhor.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

OS VOSSOS CANDIDATOS DA CDU

Com desfaçatez, se informa os leitores de um certo periódico de que é necessária uma proximidade com os eleitos ou candidatos que diariamente nos “empanturram” de actividades próprias dos partidos e coligações na altura de eleições.
“Temos que estar em contacto, conhecer e exigir a sua boa prestação enquanto eleitos”

é o resumo que se faz das palavras bem escrevinhadas pelo articulista de serviço do referido periódico.
Ora bem prega Frei Tomás, quando tudo faz para que alguns desses candidatos nem sequer tenham expressão junto da sociedade Povoense, de seus habitantes e eleitores.
Por certo, esses a quem não são dadas iguais oportunidades nos meios de comunicação social Local, não “empanturram” os Povoenses e eleitores com promessas e sempre tiveram uma proximidade ao “Zé” com a real intenção de fazer algo de útil pela terra que os viu nascer e os abrigou.

Mas passemos ao que realmente interessa:

No passado dia 30 de Abril no Hotel da Póvoa de Lanhoso, num jantar com a presença de meia centena de simpatizantes da CDU foram apresentados os Candidatos às Presidências da Câmara e Assembleia Municipal, gente jovem disposta a tudo fazer em prol de um efectivo desenvolvimento do concelho, gente que não procura o “lugarzinho”, gente que está de alma e coração envolvida neste projecto enorme, de futuro e inigualável que é a CDU.

Passemos então a apresentar os candidatos:

Rodolfo Pontes,33 anos Licenciado em engenharia Fisica,natural de Famalicão,residente em S.João de Rei, militante do PCP,membro da comissão concelhia do PCP da Póvoa de Lanhoso e do seu secretariado desde 2002 ,membro da coordenadora da CDU da Póvoa de Lanhoso e dirigente da ADADB-Associação de defesa dos agricultores do Distrito de Braga,Candidato à presidência da CMPL.




Pedro Vale,18 anos ,natural da Póvoa de Lanhoso,residente na sede de concelho,presidente da associação de estudantes da escola secundária da Póvoa de Lanhoso,dirigente da ANAES-associação nacional de estudantes do secundário,militante da JCP,membro da comissão concelhia do PCP e do seu executivo desde 2008 ,membro do executivo da coordenadora concelhia da CDU e Candidato à presidência da AM da Póvoa de Lanhoso (atrevemo-nos a dizer que é o candidato a presidente de uma AM mais novo do País)
Conhecidos os candidatos,resta-nos afirmar que contrariamente ao que muitos vaticinaram ,o definhamento do PCP e da CDU no Concelho,estamos aí com toda a força e rejuvenescidos.
#brevemente serão divulgadas as linhas programáticas da CDU para o Concelho da Póvoa de Lanhoso e o numero de freguesias a que iremos concorrer.